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Querem lá Ver

Um ano sem comprar roupa transformou-me

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Um ano sem comprar roupa transformou-me

Sem palavras presas na garganta

por Cláudia Oliveira, em 24.02.17

 

Uma amiga, durante um chá, disse-me: "Tu enfrentas as pessoas. As pessoas não gostam de ser enfrentadas". E fiquei a pensar naquilo. Eu enfrento as pessoas. Eu não gosto de guardar as palavras que tenho para dizer porque fico a pensar nelas e isso não me faz bem. Fico ansiosa. Então procuro sempre enfrentar e dizer com sinceridade o que penso. Pouco comum. Normalmente as pessoas fingem que não se passa nada. Eu não consigo.

 

Ultimamente (este ano) reparei não o faço com a mesma frequência. Em duas ou três situações (e pessoas) simplesmente desisti e não senti necessidade de enfrentar a situação. Quando acho que a pessoa já não merece essa acção da minha parte quer dizer uma coisa: já não me importo

 

Isto de importar tem muito a ver com a hora de deitar a cabeça na almofada. Se a minha mente não procura uma justificação para a acção A ou B, ou se acordo sem palavras presas na garganta quer dizer que já não importa. Não me faz mal, já não importa.

 

Quando me afastei de uma pessoa este ano diziam-me; "tens de falar com ela". Mas eu já não sinto necessidade de falar. O peso no peito desapareceu. Foram tantas as conversas, entendem? Isto é o que eu chamo de : cortar com as pessoas. Tem de ser natural. Não temos de ficar a remoer vezes sem conta as situações ou os motivos do afastamento. Tem muito a ver com aceitação.

 

Aceitar a saída e perdoar dentro do peito. Entender os benefícios de nunca mais andar com expectativas em relação à pessoa A ou B. É de uma sensação de liberdade enorme. Isto foi a minha maior aprendizagem durante o ano passado. Não vos minto, foi uma aprendizagem gradual e não consegui fazer isto do dia para a noite. Foi algo que mudou na minha mente através da experiência, da repetição. Ao chegar a este ponto tornei-me mais forte emocionalmente e preparada para outros desafios. O foco virou-se para o que faz bem e não para o que andava a fazer-me mal.

 

O auto conhecimento é muito importante nesta caminhada. Primeiro espiritual e emocional. Por onde se começa? Pela curiosidade. A curiosidade será sempre o ponto de partida para tudo. Remete à pesquisa, procura, questionamento. E quando estamos prontos para receber informação em relação a algo que queremos ter conhecimento simplesmente a energia atrai o resto. 

Nova etapa, novos desafios

por Cláudia Oliveira, em 21.02.17

 

 

Novos desafios avizinham-se. E o meu corpo já não sossega. Já faço histórias na minha cabeça, monto cenários e festejo vitórias.

 

Primeiro, o meu horário de trabalho vai alargar, passo a sair às 17 horas. Vai ser uma mudança intensa nos meus hábitos. Era um período que servia para me organizar e fazer algumas tarefas. Tenho pensado como vou contornar esse obstáculo. No que vou precisar "largar". E acho que tenho a resposta. Tenho várias tarefas e dedico o meu tempo sempre a projectos que me deixam feliz. Pouco ou nada faço por obrigação (excepto aquelas tarefas domésticas que quase ninguém gosta ). E esse é o segredo para os dias serem mais leves e não se tornarem um peso pesado ou algo complicado. Não estou a fazer profissionalmente a tempo inteiro aquilo que quero fazer, mas pretendo caminhar nesse sentido.

 

Eu olho para a minha agenda e só vejo coisas que me deixam feliz. Família, estudar, ler, ginásio, gravar vídeo, escrever post nos blogues, ver filme ou documentário Y, ir ao cinema, estar com amigos, organizar isto ou aquilo,...entre outras tarefas. Vou alternando dia sim, dia não ou conforme a minha disponibilidade. Ter dois blogues e um canal no Youtube não me dá trabalho nenhum. Pelo contrário.  

 

Os dias vão começar mais cedo. Com bom tempo costumo saltar da cama às seis. Fui correr enquanto a vila dormia às seis da manhã na segunda-feira. Fico com o exercício feito, a energia aumenta e preparo-me com um dia maravilhoso. Se não der para ir ginásio no final do dia, não tenho desculpas. Para mim, falta de tempo não é desculpa. Uma hora não faz diferença no meu sono porque deito-me cedo. Mas uma hora de exercício faz muitas diferenças no meu dia. Comer bem e a meditação começa a ser importante. Eu acredito que vou conseguir gerir da melhor forma

 

Ontem em conversa com a educadora do meu filho senti-me mais leve com alguns conselhos e entendi que estou no caminho certo. Ela deu-me várias dicas que abracei com muito carinho. Algumas pessoas cruzam o nosso caminho, quando estamos com os sentidos ligados no momento, no presente, no agora, retiramos o melhor.

 

Tem sido um ano muito intenso a nível pessoal. Os meus sonhos tendem a tornarem-se gigantes e a minha vontade de atingir a realização de alguns está gradualmente a tornar-se consistente. Defini claramente aquilo que não quero mais na minha vida. E tem sido óptimo no fluxo dos acontecimentos. Como assim? Quando estamos rodeados de boas energias é mais simples.

 

Falar a mesma língua acaba com desgaste para nos fazermos entender. Já vos acontecer conversarem com alguém mas nunca serem compreendidos? Ou serem sempre mal interpretados? Naturalmente acabam a discutir, não é? Comigo aconteceu. Se o problema é esporádico, só e apenas com uma ou duas pessoas, dá que pensar. Não é necessário existir um corte radical, mas é necessário um afastamento. Não precisamos de todas as pessoas na nossa vida. Algumas estão para perturbar. Não queremos isso, não é verdade? Se alguém te faz  sentir mal diariamente convém repensar essa relação. Foi exactamente isso que eu fiz e tornei-me mais feliz. Primeiro por ter a capacidade de cortar laços que me prejudicam. Segundo porque as boas energias trazem frutos bons. Não quero mendigar amizades ou qualquer outro tipo de relação. Eu mereço sempre o melhor. Sinto-me merecedora do melhor! Digo com todas as forças do meu ser. 

 

Daqui para a frente, preciso de elaborar um novo plano para esta nova etapa. Sinto que estive três anos a preparar-me para este momento. A gestão do meu tempo, a confiança e a determinação fazem parte de todo o processo. Vamos! Sem esperar mais. 

 

Leves truques para tornar os dias leves

por Cláudia Oliveira, em 14.02.17

 

Batom laranja. Eu sei que há muita gente que opta pelo batom vermelho para alegrar os seus dias e dar aquele power que só um salto alto consegue dar. Mas nem sempre apetece um salto alto (as minhas costas não gostam muito). Eu escolho o batom laranja. Primeiro é a minha cor preferida de batom, é irreverente e dá aquele toque especial às minhas roupas unido de um BB Cream e iluminador. É alegre e deixa-me de alto astral. 

 

Mudar a mala/carteira. Faço questão de mudar a mala/carteira aos domingos de manhã para começar a semana. Parece um truque parvo, mas é realmente um truque que funciona comigo. Eu sei que há quem mude de mala quase todos os dias, mas eu não sou pessoa para isso. Sinceramente não tenho paciência. Uso a mesma durante um ou duas semanas. Ao fim de semana tento usar pouco peso possível e opto pelas malas mais pequenas. 

 

Copo de vinho. Para mim não há nada mais relaxante do que chegar à sexta e abrir uma garrafa de vinho. Saborear um copo de vinho tinto é aquele meu momento preferido de brinde à vida. Em dias muito complicados faço questão de brindar à vida no final do dia sem esperar pela sexta. 

 

Estes são os meus truques para alegrar os dias de chuva ou quebrar o peso da rotina. Os dias ficam lindos e maravilhosos. O corpo e a alma agradecem o sorriso no rosto e isso vê-se. Os outros parecem mais felizes também. Tenho mais truques. Deixo-vos agora estes três. Quem sabe vos inspire a partilhar comigo os vossos leves truques para tornar os vossos dias leves. 

Eu decido

por Cláudia Oliveira, em 08.02.17

 

Quando não corre bem, não faz mal. Não espero pela próxima segunda-feira para recomeçar. Não lamento eternamente o sucedido. Não. Recomeço no dia seguinte, preparo-me com outras armas para a tarefa planeada. Às vezes, coloco muitas tarefas no meu Bullet Journal só para um único dia. Às vezes, surgem imprevistos. É natural, é completamente natural. A rotina é quebrada por eventos inesperados. E ainda bem. A vida não é uma linha reta. É bem mais do que isso. E cabe ao meu poder de decisão actuar e fazer diferente. Felizmente tenho esse poder. Posso mudar, avançar ou simplesmente ficar sentada no sofá a lamentar o que podia ter sido feito e não foi. 

Bem cedo

por Cláudia Oliveira, em 03.02.17

 

Adoro ir ao ginásio. Portanto é meio caminho andado para não desistir dos meus objectivos. Sei que o exercício faz bem e tenho o prazer de confirmar isso quase todos os dias. Nos dias em que vou ao ginásio sinto mais energia do que o normal. Sinto-me capaz de tudo. Parece um bocadinho exagerado, mas perguntem a quem faz exercício regularmente.

 

O truque é começar e fazer do exercício um hábito. É quase como almoçar. Uma necessidade que o corpo tem. O sono em demasia, o cansaço, por mais incrível que pareça, pode ser um sinal: falta de exercício físico. Uma boa alimentação unida de exercício tem feitio maravilhas na minha vida. Não saberia estar sem aquele momento só meu.

 

Agora meti na cabeça que quero começar a correr. Acordar às seis e ir correr. O tempo ainda não ajudou, mas não quero deixar passar mais tempo. Quero ver os efeitos que terá começar o dia a fazer umas das coisas que mais gosto. E depois tomar um banho e tomar o pequeno almoço enquanto leio duas páginas de um bom livro. Aposto que só terei vantagens.

 

Quando a falta de tempo for uma desculpa, experimente saltar da cama mais cedo. Troque o "não consigo" pelo "vou tentar". 

Dezasseis dias recompensadores

por Cláudia Oliveira, em 16.01.17

 

 

Gravei um vídeo para o meu canal literário "A Mulher que Ama Livros" onde mostro o meu bullet journal. Talvez faça outro vídeo e um post sobre ele com mais detalhes. Depende do interesse. Estava a pensar fazer um especial "Dez dias de planeamento e organização". O que acham? Podíamos tentar organizar-nos em conjunto. Ganhar hábitos. Ou até ganhar hábitos de leitura para quem não tem e precisa. São ideias. Gostaria de saber realmente o que pensam do assunto. Vale a pena? Eu tenho as minhas técnicas e adoro partilhar estas coisas. Sempre fui organizada em vários factores da minha vida, mas também preciso de alterar algumas coisas. Ando a fazer por isso. Não gosto de me lamentar, gosto de concretizar e mudar a estratégia quando está a correr mal. Têm sido dezasseis dias muito bons nesse sentido. Já fiz meia dúzia de coisas que achava complicado fazer. Pequenas vitórias, grandes recompensas. O que mais me deixa satisfeita é ignorar as más línguas e seguir o meu próprio caminho. Não ceder, fazer sempre por mim e para mim. Haverá sempre alguém que não entende o nosso caminho por ser um caminho diferente. A verdade é essa. 

 

Podem ver o vídeo AQUI

Resultado | Um dia sem internet

por Cláudia Oliveira, em 09.01.17

 

Como combinado, fiquei o dia de ontem sem ir à internet. Desliguei os dados e esqueci-me do telemóvel. Aliás, este fim de semana estive offline a maior parte do tempo. Preciso de contar o meu dia 'one day, stop net'. 

 

Recebi visitas, então estive realmente ocupada. Aproveitei a presença das visitas para conversar, comer e distrair-me um bocado. Ainda acabei por brindar aos meus 32 anos. E reflecti muito sobre as pessoas que estão próximas, mas infelizmente não temos mais ligação. Ou sobre as pessoas que estão próximas, mas acabam por estar mais longe do que as pessoas que estão de facto longe. Isso perturbava-me bastante no passado, mas acho que fiz uma limpeza mental. Defini o lugar de cada um. Parei de criar expectativas em relação às pessoas. Lutei muito comigo mesmo no passado em relação a isto, mas agora sinto-me totalmente em paz.  

 

Fiz uma limpeza à casa também. Ao meu quarto mais propriamente. Todas as gavetas foram despejadas directamente para o contentor do lixo. As caixas de papelão fechadas foram abertas e tiveram o mesmo fim. Escolhi peças de roupa para doar. Mudei o ambiente do meu cantinho de leitura e escrita. Destralhei. Cada coisa no seu devido lugar. Depois fui ao armário dos sapatos e fiz igual. Sacos cheios para doar. O meu armário cápsula ficou um bocado maior do que o inicial,mas super completo e versátil. É na verdade um armário para mais meses. Estou encantada com o resultado. Não quero mais roupa, nem calçado nesta casa até à próxima estação. Limpei tudo, disse adeus a peças que só guardava devido ao seu valor afectivo. Não doeu nada. Oh liberdade! Ainda tenho mais para fazer destralhar, mas não havia tempo para tudo. Um dia e um passo de cada vez. 

 

Comecei a ler o livro 'Menos é Mais', da Francine Jay. Foi um presente muito querido. Estava cheia de vontade de ler e entender melhor todo o conceito do minimalismo. Falarei mais sobre o livro quando terminar. Estou a gostar bastante! Por falar em livros, li bastante durante o dia de ontem. Vi o documentário e séries. Foi tão produtivo.

 

Estive com a minha família, foi um domingo cheio e pleno. Sem o stress que a internet deposita em mim. Sempre tão exigente de tempo e atenção. Sempre tão preocupada com a vida dos outros. Sempre tão ligada ao número de likes e seguidores. Sempre tão desesperada por respostas rápidas.

 

No próximo domingo volto a repetir. Fora de casa, de preferência. Experimentem, sobretudo quando pensarem que não têm tempo para isto ou aquilo. 

68/365, 69/365, 70/365,...85/365 Uma coisa de cada vez

por Cláudia Oliveira, em 15.02.16

Oitenta e cinco dias sem comprar uma única peça de roupa. A viver de forma muito poupança. Foram os piores meses a nível monetário (já estou a incluir o mês inteiro de Fevereiro). Mas não foram só coisas negativas, também tive coisas boas. Para além de ter aprendido alguma coisa nestes dias complicados. 

 

Vamos a um resumo?

 

Livros

Hoje estive quase para gastar dinheiro em livros, mas resisti. Olhei com olhos de ver para a minha estante e recuei. A minha filha está quase a nascer e não sei o dia de amanhã. Não vou ter tempo para ler os livros novos que tenho aqui, então para quê comprar mais, não é verdade? Este mês consegui vender alguns livros e ganhei uns trocos. Fiz tão bons negócios que acabei por comprar seis livros e só gastar 25 euros. Dois seis livros novos, só ainda li um. Por isso, fiz muito bem em não comprar mais livros. 

 

Segurança Social

Hoje, depois de dois meses sem receber nenhum da baixa, recebi o pré-natal. O que recebi no mês anterior foi uma pequena parcela do pré-natal. Eu pensava que era baixa. Não! Se eu não tivesse o marido e um empréstimo de ultima hora estava completamente lixada por causa da segurança social. Infelizmente tive azar com as datas e com a médica que me passou a baixa por doença, em vez de risco. Os valores são muito diferentes. Pelos vistos, enganou-se e já não há forma de mudar. Hoje fui a outra consulta e pedi a baixa de risco. Tive direito, mas a Francisca está quase a nascer. Uma ou duas semanas no máximo. Será que este mês recebo a baixa? 

Fui à SS pedir explicações sobre os dias e valores que tenho direito, agora estou mais informada. Outra coisa, deram-me os papeis para pedir o abono da Francisca. Espero ter direito. Do Gustavo não tive. 

 

Gastos futuros

Tenho de ir ao IKEA urgentemente comprar uma cómoda ou guarda-roupa para o quarto dos miúdos. Preciso de uma cómoda grande e dois armários pequenos. Mas vou ter de optar pela primeira compra e deixar as restantes para depois. Vou precisar de comprar tudo o que preciso aos poucos. Como vou estar em casa nos próximos meses e não pretendo fazer gastos supérfluos, vou puder comprar uma coisa de cada vez. 

 

Poupança

 

Não mexi no dinheiro da poupança, apesar dos problemas. Fingi que ele não existe. E deu para fingir. Tem de ser assim. Daqui a duas semanas tenho de voltar a colocar dinheiro na conta poupança, mas ainda não decidi a quantia. Vou esperar para ver quanto dinheiro vou gastar no IKEA e se recebo da baixa. 

 

Presente

 

O meu filho faz dois anos no próximo sábado. Vou oferecer-lhe uma mota. Ele adorou a mota do meu sobrinho! Felizmente não é muito cara. Ele vai ficar muito feliz. Não vamos fazer nenhuma festa de arromba. Será algo muito simples, só para cantar os parabéns e reunir os amigos e família. O bolo será patrocinado pela minha mãe. Já não tenho forças para mais. Estou com quase 39 semanas, ok? Isto se não for para o hospital. 

 

Tenho de pensar em comprar roupa para o Gustavo de 2-3 anos. 

 

Farmácia

 

Amanhã preciso de ir comprar dois medicamentos. Vou gastar cerca de trinta euros. 

 

Leite

 

Como não dou leite de vaca ao Gustavo, ele leva para o infantário sempre o leite da lata no biberão. Também queria cortar com este leite, mas ando a estudar as opções. 

 

Dia dos Namorados

 

Zero gastos. 

 

Parto

 

No Hospital de Santa Maria dão tudo o que as mães e os bebés precisam no dia do parto. Não preciso de me preocupar com quase nada. Já tenho a mala feita, mas praticamente não levo nada (excepto a roupa). Segundo o que ouvi, nos outros hospitais as coisas não são bem assim. 

48/365, 49/365...52/365 Poupar é um estilo de vida

por Cláudia Oliveira, em 13.01.16

Isto de poupar não tem de ser uma sufoco. É como as dietas. Comer bem, fazer exercício, não quer dizer que tenho de ter restrições de todo o tipo. Acaba por ser um estilo de vida com o decorrer dos dias. Acaba por ser parte do meu dia a dia. Sem stress, sem complicações. Quando a poupança passou a ser um acto natural, um pouco do que sou hoje, deixei de ter medo de enfrentar as montras dos centros comerciais ou ver sites de moda com promoções. As minhas compras deixaram de ser feitas de forma irracional. Passei a pensar duas vezes, ou a usar mentalmente a seguinte frase "preciso realmente disto? se precisar, volto". Engraçado, acabo por não voltar, acabo por fechar o site (de roupa, livros, futilidades). Percebi que sei reutilizar o que já tenho, gosto de usar as mesmas peças de formas diferentes, de ler os livros que estavam a ganhar pó e encontrar autores incríveis. Não deixei de comprar livros. Primeiro leio alguns, depois penso nisso. Acumular passou a pertencer ao passado. O dinheiro deve ser gasto de forma inteligente. Não preciso de ficar fechada em casa nem tornar-me numa pessoa forreta, avarenta. Poupar também é um estilo de vida mais equilibrado. 

Sinto-me equilibrada, inspirada, mas sobretudo mais confiante no futuro. 

45/365, 46/365, 47/365 A caução do seguro de saúde

por Cláudia Oliveira, em 08.01.16

Quando o ano começa o meu seguro de saúde volta a ter uma caução incial de cinquenta euros. Infelizmente é assim, mas esqueci-me completamente. Hoje, quando fui fazer análises, levava na carteira apenas dez euros. Seria suficiente. Errado. Era necessário pagar a caução. O seguro só pagou vinte euros, dos oitenta e sete euros no total. Logo, tive de pagar o resto. Doeu tanto. Uma pessoa faz de tudo para poupar e gastar bem cada cêntimo para surgirem estas rasteiras. Comecei logo a pensar em formas de dar uso ao seguro de forma a compensar o valor da caução. A primeira ideia foi mudar de óculos, estas lentes já deram o que tinham a dar. Portanto, na próxima semana vou ver se trato disso. 

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