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contactoclaudiaoliveira@gmail.com

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O QUE PRETENDO MANTER EM 2018

 

 

 

Antes de falar em mudanças quero refletir sobre o que aconteceu em 2017 e encontrar lições preciosas para levar comigo na bagagem da vida para 2018.  Como já tinha denunciado, este ano foi uma aula inteira . Ano absolutamente preenchido e um no stop nos objetivos. Aprendi em vários sectores da minha vida pessoal e profissional várias lições que me fizeram crescer. Também os erros estiveram presentes, mas isso fica para um posterior texto sobre o que preciso de mudar. Vamos fazer a lista do bem?

 

POUPANÇA

Poupança foi a grande palavra de 2017. Defini isso logo no inicio e correu lindamente. Grandes melhorias neste campo contribuíram para diminuir os valores de stress. Foram tempos de muita pesquisa e aprendizagem. Deu-me mais espaço para uma vida minimalista e sem a confusão da tralha. O meu calcanhar de Aquiles eram os livros. Acabei por superar esse problema, hoje sou mais feliz a comprar livros só depois de várias leituras concluídas. Pondero mais a lista, as leituras. Equilibro bem entre as parcerias e a minha vida pessoal. No próximo ano pretendo criar vários mealheiros distintos com objetivos concretos e valores definidos. Criei uma lista de desejos, o plano está a ficar mais detalhado e definido. 

 

PERDÃO

Perdoar os outros deu-me espaço mental para eliminar certos pensamentos. Não remoer como antigamente contribuiu muito para encontrar outras pessoas e viver em paz. Perdoar e não alimentar o rancor foi necessário para ultrapassar várias situações. Consegui conversar em harmonia e com educação com pessoas que me magoaram sem nenhum problema. Ultrapassei as situações mais rápido em vez de escrever vezes sem conta sobre o assunto, ou mandar indiretas desnecessárias. O ambiente limpo atrai boas energias. Este blog ajudou-me a deitar para fora o mau e focar-me só no que é bom.

 

AFASTAR

A arte de cortar pela raiz permitiu-me afastar definitivamente as pessoas que contribuíam para senti-me mal, desanimada, desconfiada. Consegui afastar pessoas sem lamentos. Consegui dizer não nos momentos certos. A vida tem outras mil pessoas e que isto são só encontros breves. Não precisamos estar perto de pessoas que nos fazem sentir mal seja com atitudes ou palavras rudes.  A vida não prodigue com energias más.

 

 

ESTUDAR

Em setembro comecei a estudar. Foi a melhor decisão de todas. Estudar abriu-me os horizontes, trouxe-me pessoas especiais. Sinto-me feliz no curso. Estagnar não faz parte dos meus planos para estar bem comigo mesma. Quando existe muita força de vontade os obstáculos desaparecem. Seja em que situação for. O primeiro período está quase a terminar e ainda sinto a mesma motivação de sempre. Quero continuar a estudar, e talvez aprofundar os conhecimentos em determinadas áreas.

 

VIAJAR

Experimentei viajar pela primeira vez este ano. Fui até Paris. E claro, faço questão de continuar a viajar no próximo ano. Ainda estou a escolher a próxima cidade. Tantos são os destinos maravilhosos disponíveis. Viajar é vida. Portanto, força na poupança.

 

ORGANIZAÇÃO

Desde que comecei a usar o meu Bullet Journal os meus dias são mais organizados. Vou continuar com o meu caderno Leuchtturm 1917 . É indispensável na minha vida. 

 

LEITURA

Os hábitos de leitura são para a vida toda. Este ano aprendi a ler de outra forma, com outro olhar. Pretendo manter a minha paixão através das partilhas, encontros literários e não só. Não vou esperar pela idade da reforma para ler seja o que for. Este ano foi mais calmo, mas li mais. Engraçado, não é?  Não participei em maratonas literárias, li ao meu ritmo. Não tenho paciência para certos desafios. Vou manter esta postura no próximo ano. Vou manter o Clube dos Clássicos Vivos, o projeto Ler os Nossos e estou satisfeita. Quanto aos formatos do canal e blog pretendo manter tudo o que comecei em setembro.

 

ESCRITA

Manter os blogues e dedicar-me a um projeto muito pessoal dedicado à escrita. A escrita está presente na minha vida desde que me lembro mas foi em 2017 que adquiri a coragem. Este blog deu-me mais força para dedicar-me mais à escrita. Sobretudo pelo feedback dos leitores. Obrigada. 

 

ACREDITAR

Quero continuar a acreditar nos meus principios, valores e objetivos. Quero continuar com este espírito positivo e determinado. Quero levar para 2018 esta força, estas aprendizagens e superar-me. Quero ter a certeza que nos dias em que não faço rigorosamente nada é porque mereço. Quero trabalhar mais, ser mais e construir algo muito bom. Quero acreditar que consigo e caminhar nesse sentido. 

 

 

E por aí? O que vão manter em 2018? 

 

 

 

PASSOU A SER A MELHOR AULAS DE SEMPRE

 

 

Adoro o curso que estou a tirar. É um alívio, um estimulo e uma descoberta constante. Só havia uma aula que gostava pouco, mais ou menos. Incomodava-me a atitude da professora tão apática, tão sorridente e silenciosa, sem nada para passar aos seus alunos. Quando me queixei das aulas não esperava voltar atrás na minha opinião. A primeira opinião raramente engana, não é verdade? Mentira. Engana e ainda nos faz engolir todas as letrinhas. Ou o meu detetor de personalidade está altamente estragado. Felizmente não sou casmurra e dou oportunidades a mim mesma para encontrar o lado melhor nos outros. Não têm de mostrar, não têm nada a provar. Sou eu que preciso de sobreviver no meio da aula que gosto pouco, enquanto se salva aquele sorriso silencioso, ou não me deixo ficar pela primeira opinião. Ontem consegui ir ao curso. Entreguei o trabalho e pedi indicações para o próximo. Vantagens da internet. Ok, fácil. A turma enche a professora de perguntas após tanto silêncio. A professora deixa escapar que é autora de uma revista literária e que usa as redes socais para divulgar o seu projeto em vez de partilhar fotos da sua vida pessoal. Alto! Revista literária! Os meus ouvidos não ouviram mais nada. Lá fui eu, devagarinho. “Professora, pode dizer-me o nome da sua revista?”. Entusiasmada mostrou-me o site, os artigos, o programa literário onde apareceu, conversou sobre autores, partilhou confidências sobre os prémios literários onde foi jurada, a vontade e o convite para ir ao Parady no Brasil, sobre as disputas entre os poetas, as zangas com um autor muito conhecido, o fraco estilo narrativo de um autor que muito estimo, indicou-me vários autores. Juro, os meus olhos brilhavam. Brilhavam tanto que a aula que gostava pouco transformou-se na melhor aula de sempre. Engoli as palavrinhas todas. E meu deus, como estou feliz por estar errada. No final despedi-me da professora e agradeci, “Professora, estou maravilhada! Adorei!”. E fico a pensar, somos todos uma espécie de livros por ler, com capítulos capazes de mudar o enredo e impactar nos momentos mais inesperados. 

A ESCOLA NÃO É UMA VILÃ

 

  A literatura mudou muito a minha postura, forma de comunicar e conhecimento. Noto sobretudo na escola, durante as aulas. Por exemplo, estivemos a falar sobre a Segunda Guerra Mundial. Um assunto que me interessa e emociona. A professora passou um pequeno vídeo sobre o tema na sala de aula. Acabamos a debater o assunto e levantar questões. Senti-me perfeitamente confortável para dar a minha opinião, sugerir livros e ainda transmitir alguns factos que a maioria desconhecia.

 

  Sempre tive dificuldades em falar em voz alta perante uma plateia, por detrás da câmara sinto-me como peixe em água. Quando apresento os trabalhos para a turma ainda sinto alguma dificuldade em não ficar com o rosto corado. Nas apresentações, quando preciso de falar sobre o meu percurso escolar e pessoal, não sinto o mesmo. Falo com todos os meus colegas e professores, noto que tenho imensa facilidade em fazer novas amizades ao contrário dos anos anteriores. Nos eventos ligados à literatura/editoras também sinto algum à vontade. Mas ainda preciso de melhorar. Sempre fui tímida e coro com imensa facilidade. Não dá jeito em algumas situações particulares. Para além disso fico mais nervosa sempre que acontece.

 

  A literatura ajudou-me imenso a combater esta timidez. Deu-me confiança suficiente para dar a minha opinião em determinados assuntos. Abriu portas a nível da comunicação e acrescentou informação. As experiências e informações em determinados romances ou livros de não-fição complementam as noticias ou qualquer facto da História Mundial conhecido na sala de aula.

 

  Fiquei surpreendida com o desconhecimento geral em relação a Anne Frank ou Primo Levi. No entanto, reflito e concluo que é perfeitamente normal porque eu vivo no mundo dos livros, respiro literatura desde muito cedo. Mas a realidade portuguesa não é esta, não somos um país de leitores.

  

  No entanto, não sinto que esteja a um nível paralelo à quantidade de livros lidos e tenho um enorme trabalho pela frente a nível léxico. Estudar ajuda-me a estabelecer contato com pessoas mais experientes que definitivamente têm muito para me ensinar. Por isso adoro ir à escola e dedicar o meu tempo ao estudo.

 

Tem sido um ano de aprendizagem e evolução. A literatura continua a ser a maior responsável.

 

CALMA EM TEMPOS MODERNOS

 

 

Agenda na tua agenda um dia para ficar longe de todas as tuas tarefas

  É permitido procrastinar um dia por semana. Ficas muito mais produtiva nos dias seguintes depois de descansar. Mesmo que tenhas imensas tarefas pendentes. Para resolver muitos assuntos, mete em ordem a mente.

  Costumo tirar a quarta ou a quinta só para mim e para fazer nada de nada. O mundo avança, fico simplesmente a olhar o teto, escuto música ou durmo uma sesta.

 

Cria uma playlist zen

   A música pode ser uma terapia. Cansados das vozes energéticas da rádio procura música mais leves para manter o silêncio no meio do ruído. Eu tenho as minhas músicas preferidas para quando preciso relaxar a mente e gosto de atualizar esporadicamente com músicas novas.

 

Velas cheirosas

  Nada melhor do que chegar a casa e ter uma casa limpa e cheirosa. Sobretudo para quem tem o olfato apurado e fica satisfeito com um belo perfume. Eu adoro abrir a porta de casa depois de um dia stressante e sentir um bom aroma no ar. Abraçar os meus filhos e sentir o seu cheiro de bebé também me relaxa muito.

 

Manter o telemóvel longe do quarto

 Chega a hora de dormir, agarramos no telemóvel e passamos algum tempo antes de adormecer nas redes sociais. De vez em quando é bom trocar as voltas à mente e trocar o telemóvel por um livro ou pelo caderno da gratidão. A mente agradece um bom descanso.

 

5 minutos de meditação ou simplesmente para respirar fundo

  Quantas vezes damos cinco minutos para desacelerar o passo e respirar fundo? Este pequeno gesto é gratificante para a alma e mente. Baixar os ombros por instante e encher os pulmões de ar pode mudar um dia inteiro de stress.

 

Refeições focadas na comida

  Quantas vezes comemos com os olhos fixos numa televisão ou no telemóvel. Comer é um ato privilegiado que merece mais atenção. Saborear a comida devagar com o foco total nos sabores retira uma parte do stress. Merecemos.

 

Manter o espaço de estudo limpo e organizado

  Para estudar precisamos de um espaço limpo e cuidado. O material de papelaria deve estar em condições e organizado. Eu gosto de ter uma planta perto de mim e não ter nada espalhado em cima da mesa para conseguir estudar concentrada. Com o telemóvel sem som de preferência.

 

Beber muita água

  Parece estranho, mas este gesto acorda o nosso corpo. Hidratar o corpo com pausas para beber um copo de água é o mesmo que demostrar que estamos atentos e tiramos algum tempo para nós. Bebo muita água todos os dias e mantenho um copo ou garrafa com água sempre em cima da mesa.

 

 

'NÃO TEMOS OBRIGAÇÃO'

Uma das decisões desta vida foi deixar de pintar o cabelo, diminuir os produtos tóxicos utilizados lá em casa (champô, desodorizantes, cremes, tinta, make up) e escolher os melhores amigos do ambiente. Como já vos tinha contado o meu condicionador é vinagre de cidra, ontem tive mais uma prova que o meu cabelo está saudável. Fui à cabeleireira cortar as pontas e ouvi rasgados elogios ao meu cabelo. “Está tão forte!”. Nunca mais tive irritação, nem oleosidade, nada. Não estou a utilizar produtos prejudiciais ao ambiente. Eu e o ambiente somos cada vez mais amigos. A amizade tem a força de retribuir sem a obrigação de nada.

 

Hoje fizemos uma recolha de vários bens para algumas vitimas dos incêndios de Oliveira do Hospital. Dei várias toalhas, roupa de cama, sapatos de criança e outros artigos. Se todos dermos um bocadinho estamos a contribuir para a felicidade de alguém. Alguém sem nada. Cada pedaço fará diferença na sua vida.

 

No outro dia, quando saía da escola, o rádio encontrou uma música clássica maravilhosa. Eu nunca oiço música clássica, mas depois do livro do James Rhodes é inevitável não estar atenta. Imaginem o cenário: chuva, lua, algumas estrelas, ruas vazias e música clássica. Foi uma cena perfeita onde tive a sorte de assistir na primeira fila. Quando fui levar os miúdos ao carro esta manhã mostrei-lhes o céu cor de rosa. Parei uns segundos para contemplar a natureza. Mostrei-lhes o gato que estava em cima do telhado a dar os bons dias com o miado. Precisamos de incutir o respeito pelo melhor desta vida. Pela vida. Alguém tem de parar o ciclo vicioso. Temos muito mais do que imaginamos ter.

 

De que vale andar nesta vida sem contribuir para o bem na vida dos outros e no mundo? Sem o falso costume de acreditar que “não faço porque não sou obrigado”. E quando oiço que “ não temos obrigação” perante terceiros fico confusa e reflito sobre os valores de quem pensa assim.

 

Somos feitos de ações, pensamentos e sonhos. É isso que nos distingue.

VONTADE É TUDO

 

Ao contrário do que se passa em outros momentos, no curso tenho estabelecido várias relações. E sinto que vou fazer amizades, companheiros para as horas de estudo e trabalhos de grupo. Sinto-me como peixe na água. Com muita liberdade, com a criatividade no máximo, com os sentidos apurados. Não há lugar para tristezas, nem para dias cinzentos apesar da chuva. Estou tão feliz naquela turma, tão motivada. Tão cheia de energia. Os professores brincam com a minha energia e os meus colegas já conhecem o meu ritmo acelerado. Mesmo sentada, das sete à meia noite, sinto-me sempre em movimento. Com conversas que me interessam, com pessoas maduras e cheias de vida. Afinal sou mais sociável do que acreditava ser. E gostam de mim. O grupo aproxima-se, os colegas novos procuram em mim alguma identificação. Mostram fotografias, revelam pequenas histórias. Encontrei no humor a melhor forma de terminar os meus dias. Mesmo nos dias mais quietos condeno a preguiça. E continuo a acreditar que as pessoas não conseguem porque não querem. Não fazem porque não lhes apetece. Não são mais porque são pouco exigentes. E quando oiço "não tenho tempo" dá-me vontade de tossir a alma. Lamento a arrogância mas eu sou a prova viva que tudo se faz, sem empregada de limpeza, sem ajuda do pai e da mãe e sem riqueza. Sou eu e a minha vontade.

 

Já tive quatro empregos (escritório, empresa de decor e eventos, empregada de limpeza e criadora de conteúdos). Numa altura em que eu não sabia conversar com as minhas finanças andei a esfolar-me forte e feio por 5€ à hora. Corria, trabalhava no duro. Nennhum dia para descansar. Não passava os dias a queixar-me sem fazer nada. Fui à luta. Andava cansada. Exausta.  Até que entendi que o problema era outro, não era falta de dinheiro, era má gestão de dinheiro. Os euros que ganhava a mais não compensavam o esforço. Então organizei-me. E olhei com olhos de ver. Organização e poupança é vida. 

 

A vida deu uma volta de 360º e nunca pensei estar neste nível. E agora, planos para os próximos cinco anos? Vários. Está tudo anotado. Só não partilho convosco porque essas coisas não se devem partilhar. Sei bem o que digo. Adianto só que o curso é uma prioridade, conhecimento é a base. E gente, precisam de renovar o vosso conhecimento, as coisas já não são como eram há cinco/dez anos atrás quando estudavam, faziam testes e não existiam redes sociais. O mercado de trabalho está sempre a mudar. Não faltam workshops, cursos, formas de aprender mais. Queixar sem levantar o rabo da cadeira é a coisa mais fácil. Deixar para o ano seguinte também é super conveniente. Encontrar justificações idem idem aspas aspas. 

 

Vontade é tudo. 

QUANDO UMA YOUTUBER LANÇA UMA REVISTA

 

Chegámos ao dia em que uma revista é criada por uma bloguer. A revista chama-se Maria Vaidosa, teve origem num canal com o mesmo nome com mais de 200 mil seguidores. Lembro-me de ver o primeiro vídeo dela, lembro-me de comentar, lembro-me de ver o canal crescer muito rapidamente. Tive vários anos sem ver um vídeo da Maria Vaidosa. Via raramente. Voltei a ela recentemente e acompanhei a criação do seu escritório e agora do lançamento da sua revista. 

 

A revista tem como público alvo os jovens adultos com conteúdo muito semelhante ao canal no YouTube. O preço de cada exemplar é 4.90€ e será trimestral. O lançamento desta revista veio quebrar muitos limites e tabus. Veio desempenhar um desenvolvimento no mundo dos criadores de conteúdo. Estamos de facto a mudar a forma como olhamos para o trabalho dos youtubers e bloguers. Sinto que este passo dado pela Mafalda Sampaio (ou quem decidiu apostar nela) foi uma grande mudança. Que bela mudança, afirmo. 

 

Não sei se nos tempos que correm ainda vale a pena comprar revistas. Pessoalmente refiro o conteúdo digital. No entanto é de louvar o seu trabalho, a consistência na qualidade e como mantém o público fiel. É fantástica a forma como agarrou a oportunidade e criou o seu posto de trabalho. Eu admiro pessoas assim. Engana-se quem pensa que é muito fácil fazer o que ela faz. É preciso talento, sentido de oportunidade e muito trabalho. 

 

Não vejo a Mafalda como uma bloguer menos real por divulgar marcas. Acho que é normal ela estar associada a marcas e divulgar as mesmas ao seu público alvo. É o seu trabalho. É como uma bola de neve, quanto mais marcas apostarem nela mais conteúdo traz para os seus vídeos. Acredito que ela divulga apenas produtos em que acredita, caso contrário seria difícil dar a cara. Quantos textos encontramos com divulgação de produtos? Os vídeos mostram rostos, criam empatia e torna o "jogo" um bocadinho mais transparente. 

 

Estamos a caminhar para uma nova era no mundo dos blogues e youtubers.Estou feliz, muito feliz. A vitória dela é um bocadinho a nossa.