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queremlaver

contactoclaudiaoliveira@gmail.com

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FIM DE SEMANA ALENTEJANO

 

Adoro viajar. Ver paisagens, sentir o ar fresco da aragem enquanto vou à padaria local mais próxima comprar pão. Com filhos a vida muda. Tentamos que seja amena, doce no meio do turbilhão dos dias quentes. O caminho de três minutos passa a dez. Dormir até mais tarde está fora de questão e o dia fica enorme. Construimos lembranças, memórias. Fortalecemos uma ligação para a vida. Final do dia bastante cansada, escuto o silêncio e agradeço a respiração suave vinda dos meus pequenos. Viajar a quatro é intenso. Mostrar os lugar conhecidos aos olhos de quem vê pela primeira vez. Procurar novos lugares para em conjunto retirarmos a espuma dos dias. 

 

(hoje apetece-me escrever)

POUPANÇA NOS LIVROS | OS MEUS DESAFIOS

 

Aproveitei a campanha de um site de livros (20% desconto e portes gratuitos). Acabei por comprar cinco livros e quebrar o desafio 5+1. Aproveitei uma campanha de livros de bolso (oferta de toalha de praia na compra de três livros de bolso). Ou seja, preciso de ler vinte e sete livros para voltar a comprar um livro. Eu acredito sinceramente que vou conseguir. Tive um mês de leituras espectacular. Agosto não será excepção. Em Setembro entro de férias grandes e vou conseguir ler bastante também. Também levam vários livros na mala? Andei um bocadinho para a frente com muita confiança em mim. E poupei uns bons euros em dois livros que quero ler já em Agosto. Os livros de bolso gosto de levar para as férias. Por falar em livros de bolso, preciso de terminar a série Millennium (segundo e terceiro volume). No próximo ano o projecto 5+1 será ainda mais complicado, vou dificultar tudo. Só compro um livro após a leitura de três livros da minha estante. Para baixar a pilha. Baixo para três porque quero focar-me nos estudos. Não vou ler dez livros por mês de certeza. Nem quero. 3+1.

ESVAZIAR A CASA E MÉTODO MONTESSORI

 

Quero desfazer-me de um móvel no quarto e outro na sala. Quero libertar-me e conceder mais espaço livre à minha vida. Ando realmente a pensar nisto e preciso de meter mãos à obra. Ao desocupar uma parede sinto que posso substituir por boas energias. Também posso reutilizar e pintar de outra cor. Mas ando tão fartinha e móveis. Gostava tanto de ter uma casa minimalista. Com luz, sem pó. Andei a ver algumas ideias no Pinterest (adoro!)

 

 Aliás, esvaziava a minha casa e punha só o essencial. Sério. É essa vibe neste momento. Demasiada tralha, atrapalha. E eu olho à volta só tenho tralha para arrumar, por mais que destralhe todas as divisões. Portanto, alguma não está a funcionar ou eu não estou a fazer as coisas em condições. 

 

Outro problema que se levanta é entreter as crianças até à hora de dormir. Não acho muita graça ao facto de passarem muito tempo em frente à televisão e passo a vida a tentar criar formas da televisão ficar excluída. Ontem preparei dois jogos para a mais pequena. Conhecem o método Montessori ? Estas imagens abaixo são da internet, mas agarrei numa caixa das batatas pringles e fiz uma espécie de mealheiro. A Francisca achou graça e explorou o brinquedo até à hora de jantar. É uma boa ideia. Ando a ver como se faz umas massas caseiras para eles brincarem e até já comprei um corante para dar cor. Na semana passada comprei lã e fiz uns pompons, mas a casa ficou cheia de lã e ainda conseguirem dar nós aos novelos que eu comprei. A mais pequena aprendeu a palavra "pompom", foi engraçado. 

 

 

FAZER NOVAS AMIZADES EM TEMPOS MODERNOS

 

 

O facto de uma amizade com mais de vinte anos ter sido encerrada não impede que eu faça novas amizades. No entanto, repenso várias vezes se vale a pena o investimento. Afinal dei sempre o melhor de mim, mas não posso dizer que tenha sido em vão. Houve uns tempos que valeu. Quando estava solteira, sem filhos e muito disponível. Só encerrei esta ligação porque deixou de fazer sentido. E cada vez mais. Estávamos em momentos diferentes e era tudo muito forçado. Toda a gente sabe que uma amizade se quer genuína e espontânea. E depois de ser mãe, a perspectiva da vida muda bastante. Passei a não aceitar tudo o que me dizem com arrogância (ou sinceridade, como costumam chamar), peço licença e saio. 

 

Só consegui superar a situação de forma tão rápida porque o que me fazia mal acabou por ser eliminado e dei por mim a abrir portas que antes mantinha fechadas. E o melhor, deixei de dar, dar e esperar a verdade. Nada é melhor do que isso. Hoje consigo falar no assunto sem mágoa. As rupturas necessárias são importantes para o crescimento. E lidar com isso é todo um malabarismo emocional que traz mais maturidade. E agora, com algum distanciamento, não vejo o que nos segurava nem como aguentou tanto. Talvez saiba, mas não me apetece divagar sobre isso. O certo é que não tenho uma melhor amiga. Só um melhor amigo. 

 

Engraçado como a pedra no sapato acabou por desaparecer. Então, voltando ao assunto. Agora estou mais preparada, mais atenta. Não deixo entrar facilmente, mas também não desconfio de forma desenfreada. Continuo a confiar. Não deixo de forma alguma mentirem-me duas vezes. Muito menos magoarem-me/humilharem-me. Prefiro manter por perto a boa energia, a família, os amigos de infância genuínos. Em suma, aqueles que conheço. E não aqueles que só aparecem quando estão muito aflitos. 

 

Perdi qualidades na arte de fazer novas amizades enquanto melhorei significativamente na hora de seleccionar.  Nunca sei muito bem quando posso passar a linha sem parecer chata. Nem sei quando estão interessados na minha amizade, podem não estar. Em tempos modernos é muito fácil fazer amizades virtuais. Mas eu realmente sou muito tradicional, gosto de estar. Não gosto que tirem dupla interpretação nas minhas conversas no chat. Não gosto que pensem que sou muito séria só porque não coloco muitos smiles. Nem gosto que não sei levar uma brincadeira quando estou a entrar no jogo e a brincar também, mas o raio das frases curtas não demonstram. Não gosto quando rondam, mas não perguntam de uma vez por todas. Por isso gosto de estar. Gosto muito de estar. 

 

Tenho à minha volta pessoas conhecidas a quem não posso chamar de amigas. Imensas. Converso bastante, troco experiências mas não sinto aquela intimidade criada dentro de laços mais profundos. Uma mão cheia de amigos. E estes tento conservar a todos os níveis, sem orgulho e com a minha disponibilidade. Com os meus convites e os deles. Com os meus abraços e os deles. De sentimentos genuínos, sempre. 

 

RENOVAR ALGUMAS PEÇAS

 

Sobre o tão popular armário-cápsula, raramente repito conjuntos mesmo com poucas peças. Ando numa de comprar pouco ou nada. As únicas deste ano compras foram em Paris. As peças no armário têm qualidade, dois anos de uso frequente ainda e só tenho duas/três peças para a reforma. A roupa preta com as lavagens vão perdendo o brilho. Daqui a uns tempos vou ter de comprar algumas coisas para fazer as ditas substituições. Noto que pouco ou nada me falta no armário, excepto aquela peça na moda. Em relação ao calçado adorava investir nuns all stars ou adidas, as minhas melhores sapatilhas ficaram em Paris e não sei quando as vou ter de volta. Também já estou fartinha da minha mochila e tenho saudades de usar uma mala. Fiquei com três após o destralhe. Acho que nos próximos saldos vou fazer algum investimento. Uma ou duas peças fazem toda a diferença. Também preciso de mandar fazer as bainhas de uma vez por todas. Sinto-me péssima por consumir em fast fashions, pois vão contra todos os princípios que defendo. Desta forma, estou a pensar noutra solução. Os outlets, talvez. Voltei a usar frequentemente saltos altos e os meus pés adaptaram-se perfeitamente. O que é optimo, tenho vários pares como novos. 

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