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contactoclaudiaoliveira@gmail.com

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13 MUITO COISAS BOAS NA MINHA VIDA

 

 

Vamos fazer uma lista? Vamos começar a semana a fazer uma lista cheia de energia positiva depois destes dias banhados a chocolate e vozes familiares? Vamos. A energia boa atrai mais energia boa. Prometo. E aposto que quando estiveres a criar esta lista vais expressar um sorriso. Muitos sorrisos. 

 

a lista

  1. O meu companheiro ama-me, respeita-me e todos os dias mostra-me o valor da minha verdade, princípios e valores.
  2. A família que eu criei da qual muito me orgulho. Os meus filhos são incríveis!
  3. O meu emprego. As minhas tarefas, horário e garantias.
  4. Os meus amigos, as pessoas que me querem bem e me valorizam.
  5. O meu canal no Youtube e os meus blogues. O feedback através de comentários. Tanto carinho!
  6. A vila onde vivo. Gosto muito de Alenquer. 
  7. O cantinho na praia, com o sol a encostar no meu rosto. 
  8. A música enquanto caminho, corro ou danço.
  9. Os filmes, livros e as séries que me inspiram.
  10. A bicicleta e o vento nos meus cabelos enquanto pedalo.
  11. Meditação e YOGA.
  12. A minha saúde e a saúde da minha família
  13. A escrita. Abençoada terapia.

 

 

Os próximos dias serão melhores

 

Gratidão por todos os comentários e todas as mensagens recebidas no dia de ontem. Foi uma felicidade imensa ver tanta gente interessada nas minhas partilhas. Desta forma pretendo partilhar mais técnicas e experiências para ajudar outras pessoas. Agora vamos aproveitar estes próximos dias para respirar fundo, libertar as más energias e voltamos na próxima semana renovados. Rodeia-te das pessoas que mais amas, o resto vem

Gratidão

 

"Muda de vida se tu não vives satisfeito", diz a música e a minha mente. Não quero ser aquela colega que passou sete anos a queixar-se do emprego e resolveu entregar-se ao sistema porque era mais fácil. Tenho sonhos maiores. E não vou descansar enquanto não os abraçar. Gratidão pelos sonhos. Gratidão por quem está do meu lado a sussurrar, "vais conseguir!"

Cortar com alguém no emprego

 

Cortar relações com alguém no emprego é estabelecer os limites e lugar da pessoa em causa. Ou seja, nós não podemos deixar de falar simplesmente com uma colega de trabalho de um dia para o outro. Somos adultos, temos funções e precisamos de interagir. Mas imaginem que essa pessoa era vossa amiga. Uma pessoa com quem conviviam fora do horário laboral. O processo pode ser demorado. Depende qual era a relação com essa pessoa. Se era uma amiga ( ou alguém próximo) vai demorar até começares a dizer "não!" ou até decidires que "chega!"

 

Este ano, sabia que estava preparada emocionalmente para começar a "dizer não!" e a eliminar tudo o que me fazia mal. Sabia que era o momento certo e meti isso na cabeça, comecei a preparar-me emocionalmente. Antes, tive uma conversa. Uma conversa bem madura onde coloquei todas as minhas dúvidas em relação à nossa amizade/relação dentro do escritório. Isto aconteceu perto do Natal do ano passado. Ouvi coisas que me magoaram muito (e outras onde fiquei completamente chocada). Mas foi dentro do escritório que as desilusões aconteceram. Ouvi as respostas e fui para casa reflectir. Sem expectativas, sem esperanças que alguma coisa mudasse. Afinal já tinham sido várias as conversas deste género. sabia que esta amizade estava "condenada", era uma questão de semanas e de atitude da minha parte. E gente, para uma amizade (ou outro tipo de relação) tem de existir sinceridade. Tem de ser genuíno. 

 

Desabafei com várias pessoas amigas para tentar obter vários pontos de vista. Queria saber se eu era picuinhas ou se do outro lado não havia correspondência do que eu esperava de uma verdadeira amizade. Assumo que sou exigente, mas neste caso nem estava a ser. Estava a colocar o pó para debaixo do tapete. Estava a arranjar desculpas. E todos os dias estava a ser magoada. Até que CHEGA! 

 

Para eliminar pessoas tóxicas na nossa vida temos de sentir que estamos preparadas e conhecer os motivos. Magoou-te? Traiu-te? Faz-te sentir mal? Acontece com frequência? É uma pessoa tóxica. Rodeia-te de quem te faz sentir bem. Mas no escritório não dá, tens de conviver com essa pessoa (pessoas) oito horas. É preciso ter muita força de vontade e respirar fundo muitas vezes. Estabelecer limites é importante. Sem perguntas, não tens respostas. Sem conversas, não tens mais conversas. Rejeita convites, prepara-te para dizer não. E se a pessoa quiser voltar a conversar, simplesmente diz que não estás interessada. 

 

Depois de estabelecidos os limites, começa a tratar a pessoa como um colega de trabalho. Alguém que precisas comunicar para o bom funcionamento da empresa. Sem ligação afectiva. Perdoar também é muito importante (talvez o mais importante), nem estar sempre a procurar respostas para o que te fizeram. Foi feito, deixa ir. Nunca, jamais, mendigues alguma espécie de amor, amizade. 

 

O meu processo foi demorado, mas consegui chegar a uma boa fase. Vou para casa sem ser magoada porque não tenho mais expectativas. Vou para casa de consciência limpa porque sempre fui correcta. Nem entro nas conversas de foro pessoal. Faço com os meus amigos, fora do escritório. 

 

A grande mudança começa dentro de nós. Acho importante uma boa base emocional para lidar com estas mudanças. Boas amizades e  amor próprio. Romper com pessoas tóxicas é TÃO libertador. Dá espaço para entrar novas pessoas na tua vida.

 

Perdoa e segue em frente. Existem pessoas que valem a pena. 

Não precisamos de ser infelizes no emprego

 

 

Estou na mesma empresa há cerca de sete anos, quase oito. No último ano sou infeliz neste escritório. Oito horas, metida num espaço com pessoas com quem não me identifico. Sobretudo depois de ter cortado com uma pessoa que me fazia mais mal do que bem. Mas é mesmo assim, não temos de ser todos iguais. E eu consegui ultrapassar essa situação. Ninguém mudou (mais ou menos, vá), fui eu que mudei. Experimentei coisas diferentes o ano passado e percebi o que me faz realmente feliz. E quem me faz feliz. Meus ricos amigos. 

 

O meu marido diz que toda a gente vive de alguma forma frustrada com o emprego que tem. Eu não acredito nisto, nem sequer quero acreditar que preciso de continuar a viver desta forma. Não tenho, pois não? A vida é curta. E quando digo isto, parece cliché, mas não é. As pessoas morrem, nós sabemos, mas acho que toda a gente se imagina velhinho e feliz num cadeirão enquanto relembra o seu passado.

 

Eu não quero isso para mim. E não quero passar ao lado da vida. Sinto isto com toda a minha força. Já pensei falar com os meus superiores e ser sincera: "preciso que mudem as minhas funções, preciso que me dêem algo mais desafiante", mas sei que isso não vai ser como a história da cinderela. Não é assim tão linear.

 

Aposto que toda a gente nesta empresa não está feliz ( pudesse eu ser sincera, pudesse eu mandar, mas também não iam arranjar mais nada com o ordenado que tem noutro lado) e aceita aquilo que tem. Fazem muito bem. Eu tenho um enorme poder de encaixe, mas não quero verdadeiramente continuar a pensar que não há mais nada para mim. O meu marido diz para esperar mais uns tempos. Até lá, para continuar a fazer o que mais gosto depois do horário laboral. 

 

O meu marido diz que algo está reservado para nós. Mas eu não sou dessas. Não acredito em reservas se as nossas pernas não se mexem. E eu mexo. Eu crio iniciativas, estou sempre a pensar novas oportunidades depois das 17 horas. Sabem aquela sensação que têm tanto para dar, mas as vossas aptidões são mal aproveitadas? 

 

Não são dois filhos pequenos que me impedem. Nem a falta de ajudas (ficar com as crianças ou menos dinheiro do que gostaria). Eu quero e vou encontrar aquilo que está reservado para mim. Eu vou conseguir. Porque lá está, não pode ser só isto. Mesmo que seja "só isto" para os outros. E todos os dias estou focada nisso. E tenho vários planos, várias opções. Mas às vezes a minha vontade é chegar e dizer: "vou embora, não quero continuar a ser mais um número insignificante, vou trabalhar em algo que me faz verdadeira feliz, onde me tratem com respeito e não existem relações por interesse só porque as relações comigo as prejudica". Sim, já me disseram isso cá dentro. E isto tinha tanto espremer, mas eu resolvi só usar palavras gentis e ignorar o resto.

 

Já passei a enviar CVs e receber todas os emails com as propostas, mas ainda não há nada em concreto. 

 

Adiante, algum conselho? 

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