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Querem lá Ver

Um ano sem comprar roupa transformou-me

Querem lá Ver

Um ano sem comprar roupa transformou-me

Só boas energias em 2017

por Cláudia Oliveira, em 24.01.17

 

 

Às vezes as pessoas arranjam justificações para justificar algo que não compreendem. Seja a tua mudança em relação a ela, seja em relação ao mundo. Como não conseguem entender, mandam as culpas para cima de quem se afastou sem olhar para si mesmo ou entender que simplesmente o afastamento aconteceu porque na verdade não era amizade. Ou era e acabou.

Eu antes aguentava e ainda dava justificações para suportar certas pessoas, mas isso acabou. Às vezes, não há uma razão. É só a energia que quebra e não queremos recuperar. Eu sempre fui aquela pessoa que preferia ficar calada ao ser mal educada ou dizer algo para magoar. Eu podia dizer tanta coisa, mas fico a ouvir e concordo. E até isso confundem com falta de auto estima ou confiança.  Às vezes, não concordo, mas claro que nesse caso é porque "não aceito" ouvir as verdades. Tão conveniente. A verdade não pode ser confundida com arrogância ou mania da superioridade. E a única coisa que me faz afastar não é a arrogância (porque eu também tenho a minha dose), é estarem constantemente a falar mal dos outros. E eu pela frente vejo as minhas costas. E até consigo sentir as costas a arder.

Caminho o meu caminho, a minha estrada e quando olho para trás as vozes já não me dizem nada porque no fundo nunca levei muito a sério. Não temos todos de abanar a cabeça e dizer que sim, por mais jeito que dê aos outros. E eu acabei com isso em 2017. Quero boas energias. Quero longe quem cala a minha voz ou não dá importância a ela. Assim ficamos todos felizes! Não guardo mágoa de ninguém, nem estou chateada. O melhor disto tudo é que eu arrumei o que havia para arrumar. E nem estou a falar das tralhas. 

Quando afastamos as pessoas que não nos fazem bem estamos a dar espaço para entrar novas pessoas. Estamos a expandir a nossa energia para algo melhor. Não te sintas culpada. O que partiu, tinha de partir. E o que permance ao teu lado, de mão dada, sempre a olhar por ti, é para ficar e cuidar.

 

Cuidar quem está, arrumar quem foi.

Gratidão

por Cláudia Oliveira, em 23.01.17

Gratidão pela inspiração diária, pela vontade de mudar e inspirar a vida dos outros. Gratidão pela alegria que sinto no peito e desejo de continuar a crescer como pessoa. Gratidão pelos objectivos cumpridos. 

Planos para o fim de semana

por Cláudia Oliveira, em 20.01.17

 

- Visitar avó e sogro

- Ver dois episódios de "Twin Peaks"

- Fazer pão de banana

"One Day, Stop Net"

- Organizar semana seguinte

- Destralhar casa de banho

- Ir ao cinema

- Fazer ementa semanal

 

Um ano sem comprar | o que mudou

por Cláudia Oliveira, em 19.01.17

 

Estive um ano sem comprar roupa e acessórios. O que mudou realmente?

 

- Acabou o meu lado consumista

Era extremamente consumista. Comprei muita roupa e sapatos. Todos os meses "precisava de alguma coisinha". Havia o dia de ir às compras e tudo. Calhava logo na primeira semana do mês. Entrava em várias lojas, experimentava muita coisa, vinha para casa cheia de sacos. Um ano sem compras, sem entrar em lojas, acabou FELIZMENTE com tudo. Eu não sinto mais necessidade de comprar. Não tenho a sensação que preciso de algo. Não sinto vontade de ir aos centros comerciais ou entrar em lojas. Um sossego para a carteira. 

 

- Deixei de sentir necessidade de preencher um vazio

Havia uma altura do mês que eu sentia necessidade de ir gastar dinheiro para compensar a falta de alguma coisa. Acabei por descobrir que não sentia falta de nada, só da "felicidade" temporária que as compras me proporcionavam. Enchia os armários com peças que mais tarde não me faziam assim tanta falta. Ou comprava sapatos que só usava uma ou duas vezes por mês. Trabalhar este lado foi mais fácil do que estava à espera. A sensação de vazio acabou, foi preenchido com coisas reais. Jantares em casa, passeios com amigos, idas ao cinema com mais frequência. São alguns dos exemplos. Poupar acabou por trazer um equilibro maior ao meu lado emocional.

 

- Acabaram as brigas com o multibanco

Eu sempre dificuldades em gerir a minha relação com o multibanco. É uma coisa com muitos anos que tenho vindo a melhorar. Era horrível para mim ir levantar dinheiro e ver os movimentos bancários. Sério. Ficava numa aflição. Sempre a contar dinheiro, a fazer cálculos de cabeça. Uma preocupação constante. Com a diminuição dos meus gastos consequentemente as brigas comigo mesma acabaram. O multibanco deixou de ter tanto foco na minha vida e isso tirou um grande peso dos meus ombros.

 

- Encontrei novas formas de ganhar mais dinheiro

Enquanto estava preocupada em gastar não percebi que podia ganhar. Depois de parar de gastar foquei-me em ganhar. No ano passado apostei na abertura de uma loja online e consegui ganhar dinheiro. Também arranjei outros empregos a part-time (ex: passar a ferro, limpezas, cozinhar). Foi como uma espécie de bola de neve. 

 

- Afinal tenho muita roupa para vestir

Num ano muitas peças não foram usadas. Nunca tive a tão comum sensação "não tenho nada para vestir". Dei uso e mais valor à minha roupa. Ganhei um afecto maior com as minhas coisas. Não as considero tão descartáveis como antes. 

 

- Encontrei o meu verdadeiro calcanhar de Aquiles

O problema seria a roupa e os sapatos? A verdade é que o dinheiro que eu não gastava no calçado e na roupa ia, na sua maioria, para os livros. Durante o ano passado percebi que isso teria de mudar muito. E sem desculpas. 

 

Foi um ano excelente de aprendizagem. Valeu muito a pena fazer o projecto "Um ano sem compras". E espero verdadeiramente continuar este ano. Desta vez vou incluir o consumo dos livros de forma mais coerente. 

Escolher uma palavra para 2017

por Cláudia Oliveira, em 18.01.17

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Em Dezembro pensei muito no que pretendia realizar em 2017. Gosto de fazer um balanço e predefinir os meus objectivos a curto/médio prazo. Sabia o que tinha feito em 2016 e estava focada em mudar certos pontos. Quero melhorar alguns pontos a nível pessoal e profissional. O desenvolvimento pessoal é muito importante para mim. Existem pontos que ainda estou a trabalhar. Vejo-me como uma torre em constante construção. Ao longo da vida tenho desconstruindo verdades absolutas e isso faz-me crescer. Não tenho duas palas e procuro sempre questionar-me e encontrar respostas. 

 

Um exemplo: Desde pequena que oiço falar nas vantagens do leite para um crescimento saudável. Com conhecimento através da minha experiência pessoal, documentários e livros descobri que o leite não me fazia bem. Pelo contrário. Referi o leite, mas podia ser outra coisa qualquer. É apenas um exemplo para conseguir explicar-vos melhor a minha forma de ver a vida. Saio da zona de conforto e procuro respostas. 

 

No final de 2016 estava confusa em relação ao queria para 2017. Tive de afastar-me do "barulho" para encontrar as minhas respostas sem influência de ninguém. Sem criticas ou sugestões. É importante olhar para dentro de mim e saber o que quero realmente. Tinha começado a dizer "não" a algumas situações e a cortar com outras. Mas é sempre nos últimos dias que percebo através de um balanço mental o que quero ou não quero. Desta forma nasceu o grupo Poupança ( que muito tem servido de ferramenta para partilha e inspiração), os meus objectivos e a vontade de os partilhar com todos. Este blog existe desde novembro de 2015. O bichinho da partilha estava cá. 

 

Sempre fui organizada, mas pouco poupada. Podia poupar imenso em muitas coisas, mas acabava por gastar imenso em outras. Em livros principalmente. E foi assim que começou esta saga que tem apenas 18 dias. Não mudei a minha vida de um dia para o outro. Foi uma mudança gradual. O mental primeiro. As ideias amadureceram ao longo de um ano. E tive a sorte de encontrar pessoas com as quais me identifiquei ao longo da caminhada que me ajudaram com o empurrão final. 

 

Resumindo, queria encontrar a palavra certa para definir o meu ano. No meu primeiro vídeo do ano escolhi "Poupança" e foi muito bem recebida. Parece que mais pessoas estão no mesmo barco que eu. Parece que mais pessoas querem alterar algumas coisas. Acabei por falar em algo que mais pessoas também queriam partilhar. No grupo muitas pessoas agradeceram a existência do mesmo. Eu tinha um objectivo, agora tenho um plano. Essa foi a grande mudança. 

 

Tive um longo caminho até chegar aqui. O maior processo de transformação deu-se o ano passado. Quero qualidade de vida. E estou a fazer por isso. 

 

Qual a tua palavra para 2017? Já pensaste sobre isso?

Quando a tua ideia inspira os outros

por Cláudia Oliveira, em 17.01.17

One Day, Stop Net, a minha irmã conta como correu o seu dia sem internet. Orgulho. 

A criar um bom hábito

por Cláudia Oliveira, em 17.01.17

 

No fim de semana fiz mais um "One Day, Stop Net". Acordei cedo, fui às compras. Quando cheguei fiz um bolo maravilhoso de maçã. Aproveitei e fiz logo várias receitas para a semana seguinte. Cogumelos salteados com espinafres, quinoa com feijão preto e batata doce, molho pesto, sopa de legumes. Para o resto do pessoal bacalhau no forno e batatas. Foi uma manhã muito produtiva. Terminei a primeira temporada de "Narcos" e vi mais episódios da série "The Crown". Fiz uma grande limpeza ao quarto dos miúdos. Mais uma quantidade de sacos para o lixo com tralha. Ficou com mais espaço e tudo. Retirei um móvel do meu quarto para aumentar o espaço no meu quarto também. Escrevi, brinquei com eles, comecei a fazer lettering. Li bastante. No final do dia fui visitar a mãe e a mana. Descansei a cabeça, meti muitas coisas em dia e esqueci-me completamente do telemóvel. Para fazer todos os fins de semana! A mana também fez esteve um dia sem internet e adorou! Fez-lhe muito bem ficar off durante um dia, segundo ela. 

Dezasseis dias recompensadores

por Cláudia Oliveira, em 16.01.17

 

 

Gravei um vídeo para o meu canal literário "A Mulher que Ama Livros" onde mostro o meu bullet journal. Talvez faça outro vídeo e um post sobre ele com mais detalhes. Depende do interesse. Estava a pensar fazer um especial "Dez dias de planeamento e organização". O que acham? Podíamos tentar organizar-nos em conjunto. Ganhar hábitos. Ou até ganhar hábitos de leitura para quem não tem e precisa. São ideias. Gostaria de saber realmente o que pensam do assunto. Vale a pena? Eu tenho as minhas técnicas e adoro partilhar estas coisas. Sempre fui organizada em vários factores da minha vida, mas também preciso de alterar algumas coisas. Ando a fazer por isso. Não gosto de me lamentar, gosto de concretizar e mudar a estratégia quando está a correr mal. Têm sido dezasseis dias muito bons nesse sentido. Já fiz meia dúzia de coisas que achava complicado fazer. Pequenas vitórias, grandes recompensas. O que mais me deixa satisfeita é ignorar as más línguas e seguir o meu próprio caminho. Não ceder, fazer sempre por mim e para mim. Haverá sempre alguém que não entende o nosso caminho por ser um caminho diferente. A verdade é essa. 

 

Podem ver o vídeo AQUI

Como está a correr o armário cápsula?

por Cláudia Oliveira, em 16.01.17

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 1 calças de ganga

1 macacão comprido

1 macacão curto

1 saia prateada

1 colete de pêlo

1 colete de brilhantes

1 camisola cinza

1 camisola bege

1 camisola preta

1 camisola bordeaux

1 calças pretas

1 camisa aos xadrez

1 casaco riscado

 

 Treze peças em seis conjuntos. 

 

O armário cápsula está a ser um desafio interessante. Seleccionei várias peças chaves e repeti peças ao longo da última semana. A ideia é pegar nas mesmas peças e fazer outros conjuntos na próxima semana. Será que consigo? Claro que o meu guarda-roupa tem mais roupa, mas quero perceber até que ponto uso a minha roupa. Quero entender até que ponto precisava de muita roupa para me sentir feliz ou satisfeita. Talvez uma peça me transmita autoconfiança. Quantas vezes me olho ao espelho e gosto que vejo? Escolho a minha imagem para sentir-me bem, nunca para agradar terceiros. Sentir-me bonita com uma determina peça pode fazer o meu dia diferente (consequentemente a minha atitude). Mas não são com certeza cinquenta peças a trazer esse efeito na minha vida. Talvez sejam apenas algumas e se calhar devia escolher somente essas. Ou, começo a acreditar, não é a roupa, sou eu. É a minha atitude perante a vida.

 

Divagações à parte. Nesta semana entendi que eu continuo a não gostar de ver-me com calças de ganga. Guardei apenas duas, mas estou tentada a não ficar com nenhuma. Talvez as boyfriend, ainda não sei. Sinto-me bem com calças e roupa larga em baixo ou simplesmente de calções e/ou saia. O macacão preto e branco fica-me super mal. Tenho de doar. Não largo o meu colete de pêlo por nada desta vida. 

 

Adoro ter as minhas gavetas organizadas, quase vazias. Consigo ver a minha roupa sem problemas e escolher com rapidez e eficiência. Já disse ao marido que quero tirar o guarda-roupa do quarto. Ele achou a ideia estranha. Depois abordei o assunto e expliquei-lhe melhor as vantagens do minimalismo e ele apoiou. Ainda estou a ponderar no que vou fazer com mais calma. Se calhar, vou ceder o guarda roupa ao marido. Até agora cada um tinha o seu. O que é completamente desnecessário depois da limpeza que eu fiz. 

 

O desafio vai continuar. Vamos a isso. 

Gratidão

por Cláudia Oliveira, em 13.01.17

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Gratidão pelas pessoas que passam por aqui. Todos os dias o número de visitas aumenta, consequentemente recebo mais feedback. Vocês são umas inspiração para mim. Saber que alguém recebe com carinho as minhas palavras é muito bom. Obrigada.

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